Probabilidade · Teoria × frequência — 20 sorteios com reposição, e depois o saco que esvazia.
A probabilidade diz 40%; o saco, em 20 sorteios, entrega 45%. Quem está errado? Ninguém — e entender POR QUE ninguém é o objetivo desta prática. Na primeira rodada (com reposição) a turma confronta teoria e frequência observada; na segunda (sem reposição) vê o espaço amostral encolher sorteio a sorteio, com o denominador caindo de 10 até 1. É a ficha-irmã de "O saco que não devolve", agora com estatística de verdade.
Antes de sortear: escrever a composição do saco (4 vermelhas em 10 → probabilidade 4/10 = 40%). A teoria fica registrada ANTES dos dados chegarem.
Sortear, anotar a cor, DEVOLVER, agitar. Vinte vezes. Calcular a frequência observada de vermelha (ex.: 9 em 20 = 45%).
Comparar: 40% teórico, 45% observado. Por que não bate exato? E se fossem 200 sorteios? JUNTAR os dados de todos os grupos no quadro: com 100+ sorteios da turma, a frequência total se aproxima dos 40% — a lei dos grandes números aparecendo ao vivo.
Nova rodada: sortear SEM devolver, até acabar — anotando a probabilidade recalculada ANTES de cada retirada (4/10, depois 3/9 ou 4/9...). O denominador desce de 10 até 1, e a última ficha é sempre "100%".
Montar a tabela entrada → saída: entra a composição ATUAL do saco, sai a probabilidade. Classificar as duas rodadas: com reposição = eventos independentes; sem = dependentes. Fechamento (EF69CO05): a "regra de atualização" do saco como procedimento de dois passos.
Probabilidade e frequência relativa — qual é a diferença? — canal Prof. Altamir Araldi. Abrir no YouTube
Vídeo: Probabilidade e frequência relativa — qual é a diferença? (Prof. Altamir Araldi) — https://www.youtube.com/watch?v=8H1L2DWmPu4
EF09MA20 — comparar probabilidade teórica e frequência observada; reconhecer eventos dependentes e independentes.EF69CO05 — formular a atualização do estado como procedimento.EF69CO01 — classificar as rodadas pelo critério da reposição.